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Centro Universitário da Região da Campanha (Urcamp)

QUEM SOU OU SEREI FORA DO ACOLHIMENTO?

Desafios da inserção social de adolescentes institucionalizadas

Por: Amanda Colares, Ana Carolina, Cecília Katler, Maria Pia, Vitória Mór e Yasmim Severo

Bagé, RS — 2026

Tema do Trabalho

Inserção social e constituição de identidade em adolescentes sob medida protetiva de acolhimento.

Metodologia Lúdica

Uso de jogos como o "Stop das Emoções", "Quem Sou Eu" e tabuleiro interativo municipal de Bagé.

Público / Contexto

Intervenções de escuta ativa em instituição de acolhimento local, visando preparar a transição para a autonomia.

Piquenique ao ar livre em praça de Bagé para atividades do projeto de extensão.

Piquenique ao ar livre em praça de Bagé para atividades do projeto de extensão.

Organização de um espaço de convivência ao ar livre em Bagé para as ações do Projeto de Extensão, promovendo um ambiente acolhedor para as atividades.

Dinâmica "Stop das Emoções" e lanche coletivo durante atividades do projeto de extensão.

Dinâmica "Stop das Emoções" e lanche coletivo durante atividades do projeto de extensão.

Acolhimento com lanche comunitário acompanhado pela dinâmica "Stop das Emoções" e uso de fichas coloridas para exploração de sentimentos e emoções.

Tabuleiro do jogo pedagógico "Cidade da Vida" usado em atividades de psicologia.

Tabuleiro do jogo pedagógico "Cidade da Vida" usado em atividades de psicologia.

Jogo interativo "Cidade da Vida" criado para simular escolhas e caminhos para a autonomia, parte das atividades do Projeto de Extensão.

Lembranças "Você é muito mais"

Lembranças "Você é muito mais"

Lembranças delicadas confeccionadas artesanalmente para fortalecer a autoestima das adolescentes com frases de incentivo e acolhimento.

Material informativo "Onde Estudar em Bagé".

Material informativo "Onde Estudar em Bagé".

Guia educativo detalhando oportunidades de estudo, cursos técnicos e bolsas em instituições de Bagé.

01 / Introdução e Contextualização

A Casa da Menina é uma instituição focada no acolhimento de crianças e adolescentes em situação vulnerável ou de violência. A infância e a adolescência são fases em que ocorrem diversas transformações sociais, físicas e emocionais, e ações que ofereçam risco para esta população geram danos que podem se propagar para a vida adulta e se cristalizam na relação com o outro. Para essas meninas, o processo acontece de uma forma complexa, diante das situações de vida, marcadas por experiências de abandono ou violência, nas quais carregam inseguranças e dificuldades de adaptação (Santos; Peixoto, 2023).

Nesse contexto, é essencial compreender como essas vivências impactam negativamente no desenvolvimento das acolhidas. De acordo com Bowlby (1989), a ausência ou a fragilidade de vínculos afetivos seguros pode comprometer o desenvolvimento emocional, influenciando aspectos como autoestima, confiança e capacidade de estabelecer novas relações. Com isso, torna-se necessária a conscientização sobre a importância deste tema, na medida em que a instituição desempenha um papel fundamental nessa etapa. Portanto, este trabalho busca contribuir no auxílio de práticas eficazes e humanizadas, intencionando uma inserção segura dessas meninas na sociedade contemporânea.

1.1 Tema: Quem sou ou serei fora do acolhimento? Desafios da inserção social de adolescentes institucionalizadas.

1.2 / Problema

Problema de Pesquisa

De que maneira a desigualdade social, a falta de oportunidades e as experiências de exclusão influenciam a forma como crianças e adolescentes institucionalizados em situação de vulnerabilidade social se percebem na sociedade, refletindo em insegurança, baixa autoestima e dificuldades de expressão, especialmente diante dos desafios da inserção social fora do acolhimento?

02 / Justificativa

A implementação deste projeto é essencial para promover a melhoria das interações interpessoais, da expressão corporal e da comunicação de todas as jovens inseridas na instituição de acolhimento. Além disso, é fundamental a conscientização das pessoas inseridas em contextos de vulnerabilidade social, possibilitando o fortalecimento da autoestima, da autonomia e do senso de pertencimento. O projeto também contribui para a construção de vínculos saudáveis, o desenvolvimento emocional e a ampliação das habilidades sociais, favorecendo a inclusão e a participação ativa na sociedade.

Destaque-se que o presente projeto busca não apenas oferecer um espaço de escuta e acolhimento, mas também promover transformações significativas na vida das participantes, incentivando o protagonismo, o respeito mútuo e a valorização de suas identidades e potencialidades.

03 / Objetivos do Projeto

3.1 Objetivo geral: Compreender como os jovens institucionalizados percebem sua inserção na sociedade e expressam seus sentimentos, expectativas e experiências sobre essa temática.

  • 1.Observar as percepções e os sentimentos de jovens egressas da instituição.
  • 2.Analisar o entendimento interpessoal das adolescentes acolhidas na Casa da Menina sobre sua inserção social e perspectivas de futuro.
  • 3.Identificar os sentimentos e expectativas das participantes acerca da vida fora do acolhimento institucional.
  • 4.Utilizar um jogo de tabuleiro como ferramenta lúdica de expressão e suporte.
  • 5.Assimilar como cada menina vai enfrentar as vivências após saírem do acolhimento institucional.
  • 6.Perceber os desafios emocionais enfrentados pelas meninas após saírem do acolhimento institucional.

04 / Fundamentação Teórica

A política de acolhimento institucional no Brasil está fundamentada no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que estabelece o acolhimento como uma medida protetiva provisória e excepcional, garantindo o direito à convivência familiar e comunitária. No entanto, estudos recentes apontam que, apesar de seu caráter protetivo, o acolhimento institucional pode gerar impactos no desenvolvimento psicossocial de crianças e adolescentes, especialmente no que se refere à construção de vínculos afetivos, ao desenvolvimento da autonomia e ao sentimento de pertencimento social. A vivência institucional, embora essencial em situações de vulnerabilidade e violação de direitos, pode influenciar significativamente as relações interpessoais e os processos de inserção social, tornando ainda mais relevante a oferta de suporte emocional e social durante o período de acolhimento e no processo de transição para a vida adulta (Assis; Farias, 2013; Cassarino-Perez; Montserrat; Sarriera, 2020).

A adolescência configura-se como um período central para a construção da identidade e elaboração de projetos de vida. Conforme a teoria psicossocial de Erikson (1976), trata-se da fase de consolidação da identidade, sendo fundamental a experimentação de papéis sociais. Embora seja um autor clássico, sua teoria permanece amplamente utilizada. Em complemento, pesquisas mais recentes indicam que adolescentes em situação de acolhimento enfrentam desafios adicionais nesse processo, como histórico de negligência, rupturas familiares e estigmatização social, fatores que podem comprometer suas perspectivas de futuro (Dell'Aglio; Hutz, 2004; Gulassa, 2021).

No campo da Psicologia Social, a compreensão das percepções dessas adolescentes pode ser ampliada a partir do conceito de representações sociais, proposto por Moscovici (2003). Ainda que se trate de uma base teórica clássica, estudos contemporâneos têm utilizado esse referencial para compreender como jovens em contextos de vulnerabilidade constroem significados sobre si, a sociedade e o futuro (Jodelet, 2018; Sá, 2020).

A transição para a vida adulta, especialmente no desligamento institucional aos 18 anos, é apontada como um dos momentos mais críticos para adolescentes em acolhimento. Pesquisas recentes evidenciam que esse processo, muitas vezes, ocorre sem suporte suficiente, gerando insegurança, dificuldades de inserção social e risco de vulnerabilidade socioeconômica (Paula; Dell'Aglio, 2020; Fernandes et al., 2022). A ausência de políticas públicas eficazes de acompanhamento pós-acolhimento agrava esse cenário.

A relação com a escola também desempenha papel fundamental no desenvolvimento dessas adolescentes. A perspectiva histórico-cultural de Vygotsky (1991), embora clássica, sustenta a importância das interações sociais no processo de aprendizagem. Estudos atuais reforçam que a escola pode atuar como fator de proteção, mas também pode reproduzir exclusões, especialmente quando não considera as especificidades de estudantes em situação de acolhimento (Souza; Brito, 2015; Martins; Oliveira; Marchão, 2023).

Além disso, a inserção no mercado de trabalho e a vivência dos primeiros empregos constituem desafios importantes. Jovens egressos de instituições de acolhimento frequentemente enfrentam dificuldades relacionadas à baixa qualificação profissional, acesso restrito a oportunidades e fragilidade das redes de apoio (Silva, 2022). Tais aspectos influenciam diretamente a construção de autonomia e os projetos de vida desses sujeitos.

Diante desse contexto, evidencia-se a importância de espaços de escuta qualificada e intervenção psicossocial que promovam o fortalecimento da autonomia, da autoestima e da construção de projetos futuros. O presente projeto de extensão busca compreender as percepções de meninas em acolhimento institucional acerca de sua inserção na sociedade, suas expectativas de futuro e os desafios enfrentados na transição para a vida adulta, contribuindo para práticas mais sensíveis e contextualizadas no campo da Psicologia.

05 / Metodologia e Abordagem Prática

Este estudo caracteriza-se como uma pesquisa de abordagem qualitativa, de natureza exploratória e descritiva, com o objetivo de compreender como crianças e adolescentes em situação de acolhimento institucional percebem a si próprias, suas vivências e o contexto social em que estão inseridas. A escolha da abordagem qualitativa justifica-se por possibilitar a compreensão das experiências, sentimentos e significados atribuídos pelas participantes ao seu contexto de vida.

A pesquisa foi realizada na Casa da Menina, instituição localizada no município de Bagé, Rio Grande do Sul. Participaram do estudo crianças e adolescentes do sexo feminino, com faixa etária de até 17 anos, acolhidas na instituição, mediante aceitação voluntária. O número de participantes não foi previamente definido, podendo variar conforme a disponibilidade e adesão no momento da intervenção, respeitando os princípios éticos da pesquisa com seres humanos.

A coleta de dados ocorreu por meio de uma intervenção socioeducativa baseada na interação direta com as participantes. Inicialmente, foi promovido um momento de acolhimento e integração, com uma dinâmica leve, com o intuito de estabelecer vínculos e proporcionar um ambiente seguro, acolhedor e de confiança.

Encontro 1: Acolhimento e Integração

Atividade lúdica "Quem Sou Eu dos Sentimentos", desenvolvida com cartas ilustradas contendo diferentes emoções, na qual as participantes utilizavam perguntas para identificar o sentimento representado, favorecendo a comunicação, a interação e o reconhecimento das emoções, além de fortalecer os vínculos entre elas.

Encontro 2: Reflexão Prática e Projeção

Dinâmica "Stop das Emoções", em que as participantes refletiam sobre sentimentos como medo, raiva, ansiedade, felicidade e carinho, entre outros, respondendo a perguntas relacionadas às situações que despertavam essas emoções em seu cotidiano. Também foi utilizado um jogo de tabuleiro interativo, desenvolvido pelo grupo, que representava simbolicamente uma cidade. Nesse jogo, as participantes percorreram diferentes caminhos que simulavam situações do cotidiano, envolvendo desafios, escolhas e reflexões sobre suas experiências e sobre o futuro.

Encontro 3: Projetos de Futuro

Entrega de panfletos informativos sobre as possíveis oportunidades de estudo disponíveis para as institucionalizadas. Esse momento foi acompanhado de uma conversa explicativa, na qual cada possibilidade foi detalhada e discutida, permitindo às participantes ampliar sua compreensão sobre alternativas educacionais e refletir sobre seus projetos de vida.

Ao longo do percurso, foram propostas perguntas abertas relacionadas às vivências, sentimentos, relações sociais, percepções sobre si mesmas e sobre o lugar que ocupam na sociedade. As respostas e interações das participantes foram registradas para posterior análise, permitindo compreender suas formas de expressão, comunicação e percepção acerca de suas trajetórias.

Os dados foram registrados por meio de anotações em diário de campo, considerando a observação participante durante a realização das atividades. A análise dos dados foi realizada com base na análise de conteúdo, buscando identificar padrões, significados e percepções recorrentes presentes nos relatos das participantes.

Foram respeitados os aspectos éticos da pesquisa, garantindo o anonimato das participantes, o sigilo das informações, o direito de não participação ou desistência a qualquer momento, bem como o cuidado com sua integridade emocional durante todo o processo de intervenção.

06 / Cronograma de Execução

PeríodoAtividade
Março05/03 – Definição do tema; 12/03 – Levantamento bibliográfico; 19/03 – Pesquisa de referências; 26/03 – Elaboração da introdução.
Abril01/04 – Desenvolvimento da fundamentação teórica; 08/04 – Estruturação; 15/04 – Pesquisa sobre o tabuleiro; 22/04 – Pesquisa sobre as perguntas; 29/04 – Montagem do tabuleiro.
Maio07/05 – Montagem dos jogos; 14/05 – Conversa com a diretora da instituição; 21/05 – Montagem do tabuleiro; 24/05 – Aplicação dos jogos.
Junho07/06 – Aplicação do tabuleiro; 13/06 – Criação de panfletos informativos sobre oportunidades de estudo e trabalho em Bagé; 18/06 – Aplicação dos panfletos.

07 / Resultados Esperados

Espera-se que o projeto contribua para o fortalecimento da autoestima, da autonomia e da capacidade de expressão das adolescentes acolhidas na Casa da Menina. Pretende-se também proporcionar um espaço de escuta e acolhimento, favorecendo reflexões acerca da inserção social, dos projetos de vida e das perspectivas de futuro das participantes. Além disso, espera-se que a utilização do Jogo de Tabuleiro, do Stop das Emoções, do Quem Sou Eu dos Sentimentos e de demais ferramentas lúdicas facilite a comunicação e a expressão emocional das adolescentes.

08 / Considerações Finais

A realização deste Projeto Integrador na Casa da Menina possibilitou a aplicação dos conhecimentos adquiridos ao longo do semestre, promovendo a aproximação inicial com a prática profissional. As atividades desenvolvidas tiveram como foco principal construir um ambiente acolhedor através de jogos e brincadeiras, favorecendo o autoconhecimento, a promoção da autonomia e o acesso à informação sobre propostas de aprendizagem e oportunidades futuras.

Ao longo dos encontros, foi possível observar o envolvimento das meninas nas atividades propostas, embora também tenham sido identificadas dificuldades iniciais relacionadas à expressão. As brincadeiras e dinâmicas proporcionaram momentos de inclusão e reflexões sobre quem são e quem querem ser no futuro, visando apresentar para as institucionalizadas suas oportunidades e direitos de perspectivas quando saírem do acolhimento. Além disso, as visitas possibilitaram compreender a importância de lares de acolhimento, que priorizam o desenvolvimento pessoal, emocional e social da criança ou adolescente institucionalizado.

Portanto, o projeto cooperou de forma acadêmica e humana, permitindo o convívio com diferentes realidades dentro da instituição, e fortalecendo a importância da escuta e do acesso à informação. As atividades desenvolvidas tiveram os objetivos alcançados com a construção de um ambiente acolhedor e inclusivo para as participantes e para o grupo, em forma de aprendizagem e conhecimento através das experiências criadas ao longo do trabalho.

09 / Referências

Referências Bibliográficas

  • ASSIS, Simone Gonçalves de; FARIAS, Luís Otávio Pires (org.). Levantamento nacional das crianças e adolescentes em serviço de acolhimento. São Paulo: Hucitec, 2013.
  • BOWLBY, John. Uma base segura: aplicações clínicas da teoria do apego. Tradução de Maria Adriana Veríssimo Veronese. Porto Alegre: Artmed, 1989.
  • BRASIL. Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. O Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA. Disponível em: https://www.gov.br/mdh/pt-br/navegue-por-temas/crianca-e-adolescente/publicacoes/o-estatuto-da-crianca-e-do-adolescente. Acesso em: 28 maio 2026.
  • CASSARINO-PEREZ, Luciana; MONTSERRAT, Carme; SARRIERA, Jorge Castellá. Fatores protetivos e de risco na transição entre o acolhimento institucional e a vida adulta. Estudos e Pesquisas em Psicologia, Rio de Janeiro, v. 20, n. 1, p. 142–167, 2020.
  • DELL'AGLIO, Débora Dalbosco; HUTZ, Cláudio Simon. Depressão e desempenho escolar em crianças e adolescentes institucionalizados. Psicologia: Reflexão e Crítica, v. 17, n. 3, p. 341-350, 2004. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0102-79722004000300008. Acesso em: 29 maio 2026.
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  • FERNANDES, Laura S. et al. Desafios na transição para a vida adulta: a realidade de jovens egressos do acolhimento institucional. Revista de Psicologia Social e Jurídica, v. 14, n. 2, p. 89-104, 2022.
  • GULASSA, Daniel Card Rodrigues. Sistemas vinculares vitimizado e cidadão: uma proposta socionômica. Revista Brasileira de Psicodrama, São Paulo, v. 29, n. 3, p. 225-236, set./dez. 2021.
  • JODELET, Denise (org.). As representações sociais. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2018.
  • MARTINS, Maria José D.; OLIVEIRA, Teresa; MARCHÃO, Amélia. A Inclusão de Crianças e Jovens em Situação de Vulnerabilidade. Sisyphus – Journal of Education, v. 11, n. 2, p. 10-32, 2023. Disponível em: https://revistas.rcaap.pt/sisyphus/article/view/28110. Acesso em: 29 maio 2026.
  • MOSCOVICI, Serge. Representações sociais: investigações em psicologia social. Petrópolis: Vozes, 2003.
  • PAULA, Camilla de; DELL'AGLIO, Débora Dalbosco. Fatores Protetivos e de Risco na Transição entre o Acolhimento Institucional e a Vida Adulta. Psico-USF, v. 25, n. 1, p. 101-112, 2020. Disponível em: doi.org. Acesso em: 26 maio 2026.
  • SÁ, Celso Pereira de. Núcleo central das representações sociais. Petrópolis: Vozes, 2020.
  • SANTOS, Gabriela de Araújo Braz dos; PEIXOTO, Ana Cláudia de Azevedo. Impactos do acolhimento institucional no desenvolvimento na adolescência pela perspectiva da Terapia do Esquema. Peer Review, v. 5, p. 568-589, 2023. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/373996186_Impactos_do_acolhimento_institucional_no_desenvolvimento_na_adolescencia_pela_perspectiva_da_Terapia_do_Esquema. Acesso em: 28 maio 2026.
  • SILVA, Cláudia Yaísa Gonçalves da. Esperança e perspectiva de futuro de adolescentes em acolhimento institucional: série de casos. 2022. Tese (Doutorado em Psicologia Clínica) – Instituto de Psicologia, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2022.
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  • VYGOTSKY, Lev Semionovitch. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1991.